Por Jean Felipe em março de 2017

Tanto em exclusivos quanto jogos multiplataforma, o 4º console da Sony demonstra grande presença com games AAA no mercado indo desde RPGs orientais e ocidentais de peso como The Witcher 3, até o que na nossa opinião é o primeiro jogo VR que você precisa jogar (Resident Evil VII biohazard) ou títulos de ação como Uncharted 4, God of War e Marvel’s Spider-Man. Com bastante variedade, vale lembrar de franquias que se estabeleceram em peso como Yakuza da SEGA com alguns dos jogos mais bem avaliados da geração.

Pensando nisso, a Epic Play preparou uma lista com os nossos games preferidos e do público. Aquele “jogo do ano” top que você tanto procura pra estragar sua vida social pode estar abaixo nessa lista que criamos pra te auxiliar sobre qual jogo deveria comprar, descrevendo cada lançamento.

Lembrando que a lista não está em ordem de importância ou conforme notas em análises. É apenas uma forma de te ajudar a encontrar novas experiências para o Playstation 4, atualizada com jogos de 2018. 🙂

Yakuza 6: Song of Life

Como citado anteriormente, este vem da franquia de jogos ‘AAA’ da SEGA que você deveria dar uma chance. Uns dos jogos mais vendidos dos últimos anos no Japão tiveram um desfecho ao protagonista Kazuma Kiryu em uma aventura épica por localidades reais do povo nipônico, como as ruas movimentadas de Kabukicho em Tóquio ou uma pacata cidade litorânea que esconde um grande segredo. Yakuza 6: Song of Life, estranhamente, pode ser jogado por qualquer um que nunca jogou a série, pois entenderá a história perfeitamente com resumos cuidadosos deixados ao jogador. Este jogo é uma verdadeira viagem virtual ao Japão e vai impressionar alguns com mini-games, missões paralelas e uma gama imensa de coisas para se fazer, que podem te levar a mais de 40 horas de jogo sem se cansar.

Com foco em ação, mas tendo elementos de RPG, Yakuza 6 pode ser substituído por Yakuza 0, jogo que perderia apenas em gráficos para o 6º da franquia, pois a diversão é garantida com um Japão temático dos anos 80, luzes brilhantes e roupas chamativas que escondem uma realidade corroída do submundo do crime no país, controlando além de Kiryu, Goro Majima, conhecendo a origem de ambos.

The Witcher 3: Wild Hunt

Vai jogo, vem jogo e The Witcher III estragou minha experiência com outros do gênero de mundo aberto. Simplesmente porque fica difícil engolir qualquer coisa que te entregue uma exploração genérica, tornando-se cansativo enquanto o universo de Geralt de Rívia te entregou algo tão fora de seu tempo. Este pode ficar para muitos como o melhor jogo desta geração. É pura excelência em carisma e interação entre personagens, e o jogo te entrega um mundo vívido com missões interessantes não importa em que parte do jogo esteja. Se você gosta de RPGs de mundo aberto, realmente é – muito – difícil não se viciar neste universo.

Na história do jogo se conclui o trajeto do bruxo Geralt de Rívia, cujo sua história foi contada nos jogos anteriores, nos livros da franquia e também na nova série da Netflix (ou em outra série e filme bem antigos). Ciri, uma excepcional espadachim com poderes mágicos, é personagem jogável em certos momentos e tem parte importante na trama.

Se fosse pra exemplificar Wild Hunt, é que o jogo se mantém vivo e tudo a sua volta interage com consequências. Enquanto você mantém suas expectativas sendo supridas de modo gratificante pra um jogo de ação e RPG, com um pouco de esforço e perseverança The Witcher poderá impressionar com viagens para lugares que jamais imaginaria ser possível, cidades sendo invadidas por vampiros, um encontro com a essência do mal (que já tinha te encontrado no início do jogo e só você não percebeu), vício no joguinho de cartas Gwent, mansões mal assombradas com puzzle (no maior estilo Resident Evil) e até algumas lágrimas. Nossa, que “viagem louca”.

Sonic Mania Plus

Essa é pros nostálgicos. Quem não ficava maravilhado com as “bolinhas” azul e amarela que eram Sonic e Tails no Mega Drive, pulando e correndo pelo cenário? Pois é, esse é de longe um dos melhores jogos de Sonic não só por isso, mas por trazer um número muito gratificante de fases, variedade e boa dificuldade. O Sonic clássico barrigudinho basicamente ganhou seu melhor jogo até então, dentre fases novas e reinventadas, variações das mesmas, variação de jogabilidade (principalmente na versão “Mania Plus” lançada no ano de 2018) e uma boa trama envolvendo viagem temporal que interliga ao não tão bom assim Sonic Forces para consoles e PC.

Se a Sonic Team tivesse dado 50% do esforço que deram em Sonic Mania, que por um acaso é criado por fãs e oficializado em conjunto com a SEGA, talvez tivéssemos uma aventura 3D do ouriço aqui na lista, mas como “não tá fácil pra ninguém” O Mania Plus sacia nossa fome e provavelmente vai saciar a de qualquer simpatizante com jogos de plataforma e velocidade. O jogo parece trazer tudo o que os fãs de Sonic do Mega Drive esperavam e um pouco mais e é fácil você perder 20 ou 30 horas tentando pegar as 7 esmeraldas do caos e outros extras.

Caso não goste tanto assim do azulzinho, outra alternativa interessante seria Rayman Legends, o quinto jogo principal da série Rayman e uma sequencia direta do jogo de 2011, Rayman Origins. Com um jogo consistente e momentos memoráveis, Rayman se consolida no mesmo gênero em uma aventura leve e divertida.

Marvel’s Spider-Man

De forma bastante sossegada Marvel’s Spider-Man da Insomniac consegue ser o melhor jogo do Homem-Aranha até o seu lançamento. O lugar antes pelo menos pra nós estava reservado para Spider-Man 2 do PS2, que remetia ao filme também de sucesso estrelado por Tobey Maguire e dirigido pelo Sam Raimi. Outros jogos que se destacaram do aranha foram os dois jogo homogêneos para PS One e o não tão bem conhecido, mas muito bom também Spider-Man: Shaterred Dimensions para PS3. Com combates adaptados do que foi visto nas aventuras de Batman em Arkham, mas para algo mais “aéreo” e frenético, nesta aventura Manhattam é recriada com excelência e trás uma aventura longa e cheia de easter eggs, com personagens que faz você se importar e reviravoltas que juntam várias histórias em paralelo. É belo e viciante de forma que muitos vão jogar freneticamente do começo ao fim.

A insomniac é conhecida por franquias de sucesso na Sony, mas o seu maior legado vem de Ratchet & Clank que recentemente teve um reboot com direito a filme animado. Nesta re-imaginação do primeiro jogo da série, há vários elementos retirados dos vários jogos da série, com a inclusão de armas bastante criativas que foram introduzidas depois do primeiro jogo e algumas novas como a Pixelizer, que dá aos inimigos uma aparência “8-bits”. A navegação entre as fases e o mundo do jogo é livre, apesar de serem cenários basicamente lineares em seus “caminhos”. Com extras colecionáveis como cards, corridas ao estilo Sonic Riders da franquia Sonic the Hedgehog e outras atividades, a aventura dos Rangers Galáticos contra uma nova ameaça é um prato cheio e definitivo pra qualquer simpatizante de mascotes e plataforma 3D nos jogos.

FIFA 17 – “The Journey”

Vamos dar uma chamada bastante específica nessa pois é a primeira vez que um jogo de futebol tem um modo “campanha” realmente relevante. Intitulado “A Jornada” (semelhante ao modo MyCareer na série NBA 2K), FIFA adiciona um foco em treinos, contratações de times e uma trama por trás da carreira de um jogador de futebol com escolhas e consequências em conversações por uma “roda de diálogo” entre os personagens. Os jogadores assumem a posição de Alex Hunter na história, um jovem futebolista tentando deixar sua marca na Premier League, sendo que o jogador é capaz de selecionar qualquer um dos 20 clubes da Premier League para iniciar a temporada. A façanha continuou em FIFA 18 com a continuação da jornada.

God of War

Pra quem achava que Kratos havia “passado dessa pra melhor” se enganou feio. God of War é o típico jogo difícil de se encontrar algo pra reclamar. De jogabilidade à história, de cenários às árvores de habilidades, God of War se esforça para trazer tudo na “medida certa” e vem com uma nova mitologia de divindades para o deus da guerra (já que ele matou quase todo mundo, literalmente, na anterior).

Aqui, Kratos e seu filho Atreus vivem uma vida relativamente comum até que recebem uma visita inesperada de um homem de idade média que diz “não sentir dor”. A mitologia nórdica se mostra muito interessante com lendas de gigantes, um Odin bastante cauteloso, assim diria, uma serpente que dizem ser do tamanho de Midgard que vai te impressionar a cada nova situação e mais. Kratos está velho e suas ações no jogo mudam drasticamente em relação aos anteriores. Tudo tem uma explicação e é muito legal seguir essa evolução tanto dele quanto do filho dele, descobrindo o que houve nesse meio tempo entre God of War 3 para PS3 e o agora. Aliás, o terceiro jogo da franquia está remasterizado para PS4 e é uma ótima sugestão pra quem não entende qualquer coisa desses personagens, integrar-se neste universo.

Fallout 4

Fallout 4 esteve entre os 10 jogos mais pesquisados no Google em 2015 e é bacana ver como esta série cresceu tanto desde Fallout 3 lançado pela Bethesda em 2007. Este é um jogo do gênero RPG de ação ambientado em um mundo aberto pós-apocalíptico da mesma responsável pela série medieval-fantástica The Elder Scrolls. Fallout: New Vegas, jogo anterior a este, é basicamente meu jogo predileto da geração passada, que fez com que esta fosse minha franquia predileta dos games, igualmente. O engraçado é que New Vegas foi produzido pela Obsidian e não a Bethesda, sendo a mesma produtora dos jogos de South Park lançados pela Ubisoft.

Na história, o único sobrevivente da Vault 111 (você), retorna à superfície de seu mundo, agora totalmente devastado pela guerra nuclear. Todos os momentos de sua vida se tornam uma luta pela sobrevivência e toda escolha deve ser feita por você, como onde deve ir ou o que fazer.

Totalmente legendado em português, Fallout 4 inicia uma espécie de “reconstrução do mundo”, sistema onde você pode cuidar de assentamentos e sobreviventes do pós-apocalipse. Isto foi reapresentado no novo jogo da franquia, online, chamado Fallout 76 onde jogadores estarão em um mundo cheio de outros jogadores lutando pela sobrevivência. O universo de Fallout tem uma temática anos 50, mas se passando em anos no futuro, bastante “pegajosa”.

Shadow of the Colossus

Esse é remake de um dos jogos mais intrigantes já feitos, seja pelos segredos que permeiam o clima também misterioso do título, ou pela ação inédita de sua época que envolve lutas épicas contra colossos (sem contar a trilha-sonora nota 10). Shadow of the Colossus conta a história de um mundo “vazio”, onde o jovem Wander deve viajar por um vasto território com nome de Região Proibida, para ressuscitar uma garota chamada Mono.

A história deste mesmo mundo também é contada em jogos como ICO e The Last Guardian, também exclusivos da Sony. Este segundo, por sua vez, é para PS4 e trás elementos de Shadow, como agarrar, escalar e outros. Nessa outra história, um jovem garoto descobre um cassaco gigante (com semelhanças a um grifo e cachorro) chamado de Trico. Ambos formam um vínculo profundo e o par improvável deve confiar um no outro para viajar através de ruínas cheias de perigos. O jogador controla o garoto, que deve aprender a trabalhar em equipe com a criatura. Sem dúvidas, é um universo que vale a pena dar uma checada.

Resident Evil 7: biohazard

Agora na “seção jogos de terror”, temos este jogo que é muito bom tanto em VR (com o uso do óculos de realidade virtual) quanto no modo normal. Na história, seis anos após os eventos de Resident Evil 6, o recém-chegado Ethan recebe uma mensagem de sua esposa, até então, presumidamente morta, pedindo para se reunir com a mesma na residência da família Baker. Resident Evil 7 biohazard (ou Biohazard 7 Resident Evil no Japão) trás uma perspectiva de visão em primeira pessoa e retorna às mecânicas tradicionais do Survival Horror. É o primeiro título da franquia a ser jogado em primeira pessoa e o primeiro que nos deu muito medo depois de tanto tempo.

Caso o jogo “em primeira pessoa” não te atraia tanto e você prefira ver o personagem que está usando assim como nos Resident Evil mais antigos, uma escolha perfeita seria The Evil Within 2 que tem uma temática basicamente parecida com os clássicos Resident Evil 2 ou 3 só que é um jogo de mundo aberto. Impressionante, não? O jogo pode te impressionar mais ainda do que isso, acredite.

Com uma mistura de elementos das séries de terror e suspense Alan Wake, Silent Hill e até um pouco de Fallout, por exemplo, The Evil Within pode ser sua nova franquia preferida do gênero.

Persona 5

Este foi eleito o melhor RPG de todos os tempos pelos japoneses na revista Famitsu e só perde pra God of War, GTA V e The Last of Us na lista dos jogos mais bem avaliados na internet para PS4 de todos os tempos. O peso que este lançamento da Atlus tem é tão grande que foi um dos jogos mais consolidados com prêmios da empresa até agora, com gameplay único e todo o carisma de “um jogo de anime” em seu auge, Persona 5 é ótima escolha de JRPG moderno.

Na história, o jogador encarna um grupo de amigos na luta para reformar a sociedade com o seu próprio senso de justiça. Durante o dia, você aproveita a vida escolar na cidade grande, usando o seu tempo como quiser. Depois do horário escolar, você deve usar a sua aplicação de celular, Metaverse Navigator, para se infiltrar em mundos surreais criados a partir de corações de adultos corruptos, vivendo uma vida dupla como um “ladrão fantasma”.

Outra opção de JRPG “pimposo” que foge de clássicos como Dragon Quest e Final Fantasy é a nova franquia Ni no Kuni. Em Ni no Kuni II: Renevant Kingdom uma equipe é reunida de criadores de renome no Japão como Yoshiyuki Momose para o character design e Joe Hisaishi  na trilha sonora. No jogo, você cuida de um reino o qual é príncipe e suas mecânicas diferem bastante do que é visto em outros jogos da atualidade, dando um ar de “tudo novo” com uma história boa e consistente.

Far Cry 5

Far Cry 5 é um jogo de tiro em mundo aberto que evoluiu naturalmente de seus antecessores Far Cry 4 e 3. A franquia sempre remete a vilões excêntricos e a diversão se garante por um bom tempo com exploração, dominação de território, jogatina online e mais. Aqui, o “pastor” de uma seita religiosa se torna um verdadeiro perigo pra região do jogo, que se passa nos EUA, sua missão é intervir nisso tudo à sua forma.

Em Far Cry 4, jogo anterior também disponível no PS4, o jogador se encontra em Kyrat, uma região do Himalaia bela de tirar o fôlego, porém, perigosa e selvagem, que está em batalha sob guerra civil.

Uncharted 4: A Thief’s End

Inesperadamente, Uncharted 4: A Thief’s End é um nível muito acima que qualquer outro Uncharted já lançado dentre os exclusivos da Sony. Com roteiro escrito por Neil Druckmann, Tom Bissell e Josh Scherr, a história acontece três anos depois dos eventos de Uncharted 3: Drake’s Deception, em que a rotina de Nathan Drake é interrompida quando Sam, seu irmão mais velho, entra na sua vida lhe pedindo ajuda para encontrar um artefato relacionado ao tesouro do pirata Henry Avery. O jogo é quase um filme 10/10 com jogabilidade que mantém muitas das mecânicas encontradas nos títulos anteriores da série, trazendo também melhorias, como a forma como o jogador se move e interage com o ambiente principalmente na escalada e parkour dos personagens. Os níveis continuam a ser lineares, embora haja uma vasta possibilidade para se explorar nisso, também usado para conseguir maior vantagem para o combate, ou evitar completamente grupos de inimigos.

O jogo segue do lançamento mais “soft” na franquia chamado de Uncharted: The Lost Legacy. Este segundo por sua vez, têm as mesmas mecânicas do 4, mas com um mundo aberto até certo ponto para se explorar e muitos puzzles envolvidos, o que é realmente gratificante.

A série Uncharted é produzida pela Naughty Dog, responsável pela trilogia de Crash Bandicoot no PS1 (lembra dos jogos?). Crash fez seu retorno triunfal no PS4 com um remake dos três primeiros jogos, todos juntos em um com Crash Bandicoot N. Sane Trilogy. O primeiro jogo era realmente difícil, e os desafios viraram grande repercussão nas redes sociais de pessoas morrendo centenas de vezes com o marsupial mais famoso do mundo. A jogabilidade e diversão está em alta no remake, mostrando que as mecânicas de jogos do PS1 não envelheceram tão mal assim quanto alguns dizem.

Mortal Kombat XL

Dirigido por um dos criadores da série, Ed Boon, Mortal Kombat X tem um enredo original, não-linear, “apresentando alguns dos personagens mais prolíficos da franquia, incluindo Scorpion e Sub-Zero, enquanto introduz novos desafios que representam as forças do bem e do mal, amarrando o enredo como um todo”. A história começa no final do jogo anterior e, eventualmente, passa para 25 anos no futuro. Eu diria que o forte deste Mortal Kombat está realmente em como a trama é contada que flui tão perfeitamente bem com as lutas que fazem parecer que você está em um longo filme.

Mortal Kombat XL foi lançado posteriormente com todas as expansões, atualizações e personagens extras do jogo.

Grand Theft Auto V

E não podia faltar o “queridinho” e mais bem avaliado jogo até então. Em Grand Theft Auto V, o jogador controla três personagens que têm suas histórias interligadas: Michael é um ex-assaltante de bancos na casa dos “quarentão” que vive com uma família problemática, consequência de sua vida passada. Michael vive nos subúrbios de classe alta de Rockford Hills, baseado em Beverly Hills. Trevor vive sozinho em um atrelado no deserto de Blaine County, é ex-militar e um antigo companheiro de Michael. Já o Franklin, vive com sua Tia Denise em Chamberlain Hills, um bairro de classe média-baixa muito próximo da violência das gangues de rua. GTA V foi universalmente aclamado em críticas e pela comunidade de fãs por sua história, personagens, apresentação e a jogabilidade em mundo aberto.

Pode ser do seu interesse

Metal Gear Solid V: The Phanton Pain: Dentro do arco da história da série, este título decorre como uma continuação direta aos eventos ocorridos em Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, seguindo a história do mercenário Venom Snake. Muito confuso, até para os fãs da série, pode ser uma dica apenas para quem já curtiu outro título da franquia.

Horizon: Zero Dawn: Jogo de ação e RPG exclusivo do PS4. O jogador controla Aloy, uma caçadora hábil, explorando um mundo habitado por misteriosas criaturas robóticas, onde há sociedades tribais, artefatos antigos e tecnologias avançadas. Tudo acontecendo mil anos no futuro em um tempo pós-apocalíptico onde criaturas mecanizadas colossais dominam os campos abertos da Terra.

Batman: Arkham Knight: Diferente dos outros jogos Arkham, o jogador podedirigir o Batmóvel pelas ruas de Gotham. O Espantalho (ou Scarecrow) se destaca reunindo uma série de vilões. Poderia ter um destaque maior na lista, mas se torna muitas vezes mais repetitivo e inferior ao Arkham Asylum ou Arkham City, jogos anteriores ao mesmo. Todavia, a história trás um desfecho interessante com ótima história.

Terra Média: Sombras de Mordor: Os jogadores assumem o papel de Talion, um valente ranger cuja família é morta na sua frente na noite em que Sauron e seu exército retornam a Mordor. Prepare-se para guerrear com Orcs e outras raças, limpando territórios.

Shovel Knight: Volte aos áureos tempos de NES. Feito completamente em arte 8 bits inspirada e com músicas legitimamente pensadas como sendo possíveis rodar em um Nintendinho, contando com bastante desafio e carisma.

Nioh: Na moda de “jogos que se parecem com Dark Souls” surge Nioh, com um protagonista “sugado” do Geralt de The Witcher… Independente das 1.001 cópias que o jogo é, sua experiência é gratificante e a dificuldade e técnicas a se usar não deixam a desejar fácil para amantes do gênero. Sua história é baseada na vida do samurai ocidental histórico William Adams (com elementos sobrenaturais) e ocorre no início de 1.600 durante uma versão ficcional do período Sengoku, quando o Japão estava em meio de uma guerra civil anterior à ascensão de Tokugawa.

NieR: Automata: Se passa milhares de anos depois do NieR original (jogo pouco conhecido) em combates frenéticos por ambientes pós-apocalípticos com jogadas de câmera bastante diversificada indo de 3ª pessoal até lateral e aérea.

Paladins: Poderíamos estar te indicando Overwatch: Edição Origins que é quase a mesma coisa, só que famoso, mas caso tenha a Plus poderá jogar online gratuitamente Paladins, que como já foi dito… É quase a mesma coisa. Fica ao gosto. Com um elenco de vários heróis de habilidades únicas, você entra em competições de times que envolvem trabalho em equipe e boa mira.

Inside: É um jogo de puzzle em plataforma tematicamente e visualmente semelhante a Limbo, da mesma produtora, onde o jogador controla um menino em uma paisagem praticamente monocromática, resolvendo quebra-cabeças enquanto evita sua morte. O enredo se inicia sem explicações e misterioso… O que será entendido pelo que será visto depois, fica em suas mãos!

Bloodborne: “Prepare-se para morrer”, eles disseram. Muitas mortes o aguarda ao entrar no mundo sanguinário e bizarro de Yharnam e seus arredores. Com um tema bastante mórbido e criaturas que parecem ter saído do além, Bloodborne trás uma trama “quieta” mas rica e desafios intermináveis em combate.

Final Fantasy XIV: A Realm Reborn: Depois de um lançamento problemático com o Final Fantasy XIV online original, a Square-Enix organizou uma equipe completamente nova para um novo MMO, tornando Final Fantasy XIV: A Realm Reborn um jogo completamente novo, e se desculpando com os fãs pelos problemas da primeira versão. A história se passa 5 anós após os acontecimentos do FFXIV original.

The Last of Us: Remastered: É o tipo de jogo que vale a pena ser re-jogado. Num mundo dominado por zumbis, Joel, um sobrevivente ríspido, e Ellie, uma garota corajosa e bastante sensata para sua idade, devem trabalhar juntos se quiserem sobreviver em sua jornada pelos EUA.

Dragon Age: Inquisition: No comando da parcela “executiva” de uma poderosa organização, você será responsável por rastrear as fontes da corrupção e do “mal” que vêm se espraiando por Thedas, envolvendo uma história com guerras a estratégias escusas e muita politicagem. É um RPG de ação com bastante escolha de conversação.

Rocket League: É um jogo de futebol com veículos. É, isso mesmo que você leu. No modo online, é possível se dividir em duas equipes e usar veículos “foguetes” para empurra a bola até o gol do oponente.

Deus EX: Mankind Divided: Um game de temática cyberpunk focado em elementos de RPG, ação e stealth. Esta sequência te coloca mais uma vez na pele de Adam Jensen, em mais uma trama cheia de conspirações e tiroteio.

Driveclub: foi revelado juntamente com o PS4 na conferencia da Sony em Fevereiro de 2013, anunciado como um dos títulos de lançamento exclusivos do console. Driveclub teve uma recepção variada por parte dos críticos. O jogo teve dezenas de atualizações posteriores, com novos conteúdos, melhorias na jogabilidade e IA, além de novos efeitos climáticos, dentre outros, que tornaram o game exageradamente mais belo e realista. Vale a pena correr ouvindo o aplicativo Spotify.

Child of Light: É um jogo de plataforma onde a protagonista Aurora é uma criança que acorda na mística Lemuria depois de “congelar até a morte”. O gameplay trás evolução de personagem com níveis e status, e um sistema de batalha “active-time” que lembra alguns jogos da série Final Fantasy e Grandia.

Rise of the Tomb Raider: Proporciona uma aventura de ação entre tiroteios e sobrevivência onde você se juntará a Lara Croft em sua primeira expedição de exploração de tumbas, em meio a sua busca pelo segredo da imortalidade.

Battlefield 1: O mesmo ocorre no período da Primeira Guerra Mundial, e é inspirado em fatos históricos. Os jogadores podem fazer uso de armas usadas neste conflito, incluindo rifles de ferrolho, artilharia, lança-chamas, gás mostarda e outros. Com multiplayer que suporta até 64 jogadores, os mapas vastos são baseados em localidades ao redor do mundo e o combate tende ao realismo.

The Wolf Among Us: The Wolf Among Us (O Lobo Entre Nós em português) é uma série de cinco episódios da desenvolvedora Telltale Games, onde cada decisão pode ter enormes consequências e mudar o rumo da história. Como Bigby Wolf, o lobo mal dos famosos contos em uma forma humana, você vai descobrir que um assassinato brutal e sangrento de uma fábula é apenas a gota do que está por vir. O jogo á baseado na HQ de mesmo nome, onde criaturas dos “contos de fadas” têm forma humana e vivem escondidos no mundo dos humanos, tratando de forma adulta e obscura suas histórias.

Assassin’s Creed Origins: Este leve “reboot” da série Assassin’s Creed trás os jogadores à verdadeira origem da ordem dos assassinos, com novas mecânicas e um modo “tour” a parte onde os jogadores poderão aprender muito sobre o egito antigo da nossa realidade explorando cenários do jogo.

Final Fantasy XV: Da clássica série de RPGs da Square Enix. Originalmente desenvolvido para ser um spin-off chamado de Final Fantasy Versus XIII exclusivamente para PlayStation 3, ele foi repensado como um mundo diferente e outra história, passando-se em Eos, um mundo similar à Terra moderna. Todas nações desse mundo foram subjugadas e estão sob o domínio do Império de Niflheim, com a exceção do Reino de Lucis. Noctis Lucis Caelum, herdeiro do trono de Lucis, parte em uma jornada para retomar sua pátria e seu cristal mágico depois deles terem sido tomados por Niflheim nas vésperas de negociações de paz entre os dois países.

Stardew Valley: Fortemente inspirado na série Harvest Moon, Stardew Valley é um RPG indie de simulação de agricultura. No começo, o jogador cria seu personagem, e ele se torna o recebedor de um pedaço de terra e pequena casa que uma vez foi de seu avô numa pequena cidade chamada Stardew Valley.

Written by
Jean Felipe é diretor-geral e fundador da Epic Play. Você pode acompanhar mais sobre o seu trabalho de perto no YouTube ou pode realizar doações para o desenvolvimento de projetos.

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  1. FAKE, a Sony ainda não lançou remaster do RAMBO pra completar essa lista

    Responder
  2. Cara, tinham uns jogos do Homem-Aranha muito ruins sendo lançados por anos. Um mais bizarro e “travado” que o outro. A Marvel licenciava os personagens dela pra empresa que tava nem aí com a qualidade do produto. Por sorte, a Sony resolver investir nesse “exclusivo”. Tou doido pra jogar!

    Responder

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